Atualmente, vivemos numa época de facilidades nunca vistas. A tecnologia nos permite fazer coisas que, há poucos anos, pareciam impossíveis. O que a ficção científica acreditava que iria demorar décadas, levou anos.
A internet, o smartphone, os aplicativos e a IA, só para citar alguns, passaram a ser ferramentas muito importantes para os afazeres cotidianos; tudo isso mudou as formas de convivência entre as pessoas.
Os serviços prestados pelas empresas e pelo governo melhoraram a vida de milhões de pessoas e, apesar de ainda existir muita desigualdade, é inegável que houve uma melhora de maneira geral.
Como toda mudança na História da Humanidade, existem os lados positivo e negativo.
A tecnologia que temos acesso hoje permite realizar tarefas em pouco tempo, mas cria uma distância entre as pessoas. A Internet que pode ser uma fonte de aprendizado, pode ser usada para fins ilícitos; este acesso facilitado pode criar pessoas viciadas e dependentes. Pessoas inescrupulosas podem usar a IA para manipular informações. Criou-se uma casta de influencers, sendo que a imensa maioria nada acrescenta a quem os segue ou assiste.
Eu vivi a passagem do analógico para o digital; sou do tempo ainda das mídias para armazenamento (disquetes, CDs, DVDs e pendrives) quando se achava que eram o último grau de inovação. Voltando ainda mais, me lembro perfeitamente das fitas K7 e dos LPs. Como se vê em 45 anos, houve uma revolução sem precedentes.
A pergunta que fica é: como viver nestes tempos?
Não existe fórmula mágica, contudo o mais importante é estar sempre aberto para o aprendizado. Separar o que é importante do que é supérfluo. Não se entregar abertamente aos modismos.
Evoluir é primordial, mas manter a essência também é deveras relevante.
Maio de 2026
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